Uma iniciativa da Universidade de Brasília (UnB) tem mostrado resultados positivos contra a doença de Alzheimer. Uma vez por semana, um grupo de pacientes idosos, familiares e amigos se reúnem no Hospital da UnB para cantar músicas populares que remetam a boas lembranças dos doentes, como marchinhas de carnaval, sambas e canções folclóricas.

Na Casa de Repouso Em família, proporcionamos esse tipo de atividade com Musicoterapia todas as semanas.

“Os familiares contam que desde que passaram a frequentar o coral, os pacientes parecem ter estabilizado. Para o Alzheimer isso é uma grande conquista”, comemora o idealizador da proposta, o geriatra Renato Maia, enfatizando que os resultados mostram que não se deve inviabilizar a busca de tratamentos complementares. “Existem possibilidades de atuação tendo como objetivo a qualidade de vida do doente”, completa.

O Alzheimer acomete geralmente pessoas a partir dos 60 anos. As causas e a cura da doença não foram descobertas. O que se consegue é estabilizar o avanço do problema.

O primeiro sintoma é a perda da memória recente (nomes, números de telefone, compromissos e fatos importantes) e esquecimentos como fechar a porta do armário ou trancar a casa. Quanto mais cedo o Alzheimer for identificado, mais chances de desacelerar o seu processo.

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