Que o Brasil tem muito mais mulheres do que homens não é novidade para ninguém, porém, uma pesquisa recente mostrou que agora o país tem milhões e milhões de mulheres a mais do que os homens.

Enquanto a natalidade e a mortalidade caem, o aumento da longevidade é incrível, o que torna a nossa população repleta de mulheres idosas. Hoje a média de vida da mulher já está chegando aos 80 anos, enquanto a dos homens não passa dos 75.

Sabe o motivo? As mulheres se cuidam mais. Vão ao médico, fazem exames preventivos, são mais cautelosas quanto ao corpo, e assim por diante. Enquanto isso, os homens preferem deixar para lá e acabam se arriscando mais.

Segundo estimativa da ONU, em 2040 teremos 23,99 milhões de homens e 30,19 milhões de mulheres, ou seja, são 6,2 milhões de mulheres idosas a mais. Conclui-se que então, a cada ano que passa irá crescer mais e mais o número de idosas, processo conhecido como feminização do envelhecimento.

Deste número, existe uma grande proporção de idosas que moram sozinhos em domicílios particulares ou que moram com parentes, mas sem a presença de um companheiro, o que indica o crescente número de mulheres solteiras ou viúvas.

O maior desafio do processo de feminização do envelhecimento é possibilitar a criação de um espaço de convivência afim de motivar a participação das mulheres idosas no convívio social, evitando o isolamento e fortalecendo a auto-estima e a autonomia feminina.

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