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A Importância da Nutrição Para o Parkinson

O mal de parkinson é considerada a segunda doença neurodegenerativa mais comum durante o processo de envelhecimento. Isso porque, com o passar dos anos a perda de alguns tipos de neurônios se tornam mais frequentes no organismo. 

Especialistas acreditam que o problema tenha ligação com fatores ambientais e genéticas, assim como o processo de envelhecimento. A doença gera consequências a capacidade funcional e queda na qualidade de vida de quem a possui, já que o parkinson diminui os movimentos, reflexos e sensibilidade. 

Além disso, o paciente também sofre alterações no apetite e efeitos colaterais dos medicamentos de frequência, utilizados para o controle dos sintomas, que acabam inibindo o paladar dos idosos e causa problemas alimentares.

Nesses casos é perigoso que o paciente enfrente perda de peso e má nutrição, que podem prejudicar ainda mais seu estado de saúde. Confira os benefícios da boa alimentação no tratamento do mal de parkinson.

Efeitos colaterais

Sintomas como refluxo, constipação e má digestão, também afetam na nutrição do paciente e influenciam significativamente na qualidade de vida, já que as alterações nos movimentos intestinais podem levar à distensão abdominal, náuseas, desconforto e saciedade precoce. 

Alimentação adequada

Uma alimentação adequada pode ser responsável pela evolução positiva do tratamento em que o paciente de parkinson está seguindo, por oferecer mais energia e ação efetiva para as medicações ingeridas. 

Por esse motivo, é importante que os familiares sempre estejam atentos ao apetite do idoso e marcar consultas com um nutricionista periodicamente, pois em alguns casos é necessário adequar a dieta. 

A parceria da  nutrição com a fonoaudiologia também pode ser muito importante em casos que há a necessidade de ajustar a consistência em que os alimentos são servidos. 

Proteínas

O fármaco mais utilizado para o controle do parkinson é a levadopa. O uso dessa droga exige muitos cuidados com a alimentação, como a diminuição da ingestão de proteínas, já que grandes quantidades dela pode reduzir a eficiência da medicação. 

Sendo assim, a consulta a um especialista da área é fundamental, só assim é possível saber a quantidade de proteína ideal a ser ingerida pelo paciente, sem fazer mal por excesso ou falta dela no organismo. 

Fibras 

O uso de alguns medicamentos também podem causar prisão de ventre, sendo assim, é recomendado que os pacientes de parkinson façam o consumo de alimentos ricos em fibra, além da ingestão de pelo menos dois litros de água por dia.

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